Polícia Militar de Minas Gerais

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Nosso Museu

O Museu dos Militares Mineiros (MMM) é dedicado à memória de duas tradicionais Corporações do Estado: a Polícia Militar de Minas Gerais - PMMG e o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG, e à reflexão sobre o papel destas instituições no cotidiano dos cidadãos e na reafirmação de elementos essenciais para a identidade mineira. Possui um acervo com cerca de 300 peças em exposição, distribuídas em 13 salas temáticas.

O acervo atualmente exposto é composto por coleções pertencentes à PMMG e ao CBMMG e ilustra a História das Corporações desde o século XVIII, com as primeiras atividades militares do Estado. É constituído por bens de diferentes naturezas como equipamentos de trabalho, vestuário, condecorações, insígnias, instrumentos musicais, livros, documentos, fotografias, entre outros. A exposição é dividida em salas temáticas, que narram a história das duas corporações, ressaltando o papel fundamental do sujeito militar ao longo dos séculos.

O MMM está localizado à Rua dos Aimorés, 698, no Bairro Funcionários em Belo Horizonte - MG e funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h. A entrada é franca. 
 
 

 

Mais informações: 31 3273-4489 ou pelo e-mail: museumilitares@secult.mg.gov.br 
 

Acompanhe também as redes sociais do MMM e da Seção de Memória e Patrimônio Histórico e Cultural da PMMG:

@museudosmilitaresmineiros

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Imagens: Acervo PMMG

Música: https://www.bensound.com/

 

 

 

Acervo em exposição nesta sala

Espadas: toda arma metálica, de mão, com lâmina e punho para uma ou duas mãos, chama-se espada. Os japoneses tinham grande variedade de espadas, quase todas para serem empunhadas com as duas mãos. Na época das cruzadas a espada se torna arma característica dos cavaleiros. No século XVI, a espada se estreitou e se transformou em uma arma perfurante. Nos séculos XVII e XVIII quase todos os cavaleiros usavam a espada como parte da indumentária. Atualmente, apenas nos países orientais as espadas militares são usadas como arma de guerra. Nos demais países, geralmente constituem distintivo do posto de oficial. São ostentadas nas solenidades e nas formaturas como símbolo de dignidade.

A espada do período da guerra do Brasil contra o governo do Paraguai (dezembro de 1864 a março de 1870) eram armas mais pesadas, fabricadas para o combate, com um comprimento total de 1 metro de lâminas com largura de 3 cm (medidas aproximadas).

A espada republicana manteve o modelo de espada do período imperial de copo fechado, substituindo o brasão do império para o brasão da república.

Carabina de alavanca modelo Winchester: em 1866 surgiu a primeira carabina Wincherster que utilizava munição calibre 44 de fogo central. Tornou-se largamente conhecida pela denominação de "papo amarelo", por ter a caixa da culatra feita de uma única peça de latão fundido. Essa carabina foi muito utilizada pelas tropas confederadas na guerra da secessão norte americana. No ano de 1892, a "papo amarelo" foi aperfeiçoada e evoluída, surgindo a wincherster 92, que se tornou a carabina de sela norte-americana. muito utilizada pela polícia há 20 anos. A réplica foi fabricada pela rossi da winchester 34 papo amarela, com detalhes dourados). foi retirada da PM por dois motivos: pelos acidentes e porque se tornou ultrapassada. Atualemente é utilizada somente em treinamento. Seu carregamento se faz pela janela lateral. Possui 5 munições, mas cabem 12, que são alimentadas pelo tubo carregador. Possui um carregamento veloz. Para instrução de tiro e primeiros armamentos é ótima, de muita precisão.

Lança gás: foram desenvolvidos para utilização em ações de auto defesa, controle de pequenos distúrbios e saturação de ambientes. Vale lembrar, que seu emprego deve ser pautado na legalidade, evitando abusos e lesões indesejáveis. Era utilizada para lançar sinalizadores e munições químicas. Hoje essa arma é mais leve, sem madeira, possui a bitola mais fina, de percussão intrínseca. A ação de acionamento do gatilho é simples.

Munições: a evolução das armas de fogo está intimamente relacionada com a evolução das munições que utilizam. Alguns tipos de cartuchos são mais conhecidos como, por exemplo, os de calibre 6,35, 7,65 e 9 mm para pistolas semi-automáticas e os de calibres 22, 32 e 38 para revólveres. Existem diversos tipos de munições de acordo com sua finalidade real: usado para emprego contra pessoal e alvos não blindados. é a munição comum. Festim: é o cartucho normal sem o projétil, utilizado para tiro simulado e para as salvas militares. Manejo: usado para instrução e manejo das armas. não contem proponentes e a espoleta é inerte. Sobrepressão: cartuchos que contém uma carga de propelente 20% a 30% maior do que o normal. destina-se a testes de armas por parte dos fabricantes. Carga reduzida: também utilizada no treinamento de atiradores. Lançamento: existem munições de lançamento de granadas e o chamado lança-retinida que é utilizado para lançamento de cabos, cordas e até mensagens. O cartucho lança-retinida é muito empregado pelo corpo de bombeiros para salvamento. Recarregada: é a munição cujo estojo foi reaproveitado após limpeza e recalibragem, para receber novo espoletamento, carga de projeção e engastamento de um novo projétil. A recarga de munições reduz consideravelmente os custos com formação e instrução de atiradores. A pmmg atualmente recarrega cartuchos 38, 9mm e calibre 12, através do centro de suprimento e manutenção de material bélico (CSM/MB).

 

   
   
   

 

 

Acervo em exposição nesta sala

Corneta: utilizada para executar toques de ação. O toque de corneta é um meio de que o comando pode empregar para transmitir ordens à tropa. Nas instituições militares, a corneta é utilizada para dar os comandos para a execução das continências, para sinais de presença das autoridades, nas marchas, nas evoluções da tropa e em casos especiais.  No Corpo de bombeiros, emprega-se o toque de corneta no serviço interno, nos exercícios da profissão, no de infantaria, no serviço de extinção de incêndio, por isso, é utilizada, nessa Instituição, a corneta em ré por ter maior proximidade ao som de uma sirene. As cornetas são encontradas em Sib, Fá, Mib e ré.

 

 

Sousafone: É um instrumento de sopro da família dos metais. Trata-se de uma tuba especial que o executante apoia no ombro para que possa executá-la enquanto anda ou marcha. É o maior dos instrumentos de sopro. O instrumento foi idealizado por John Philip Sousa, compositor dos Estados Unidos da América, considerado o Rei das Marchas, que necessitava de um instrumento capaz de produzir sons graves durante a marcha. John Philip Sousa era filho de pai português (João António) e mãe alemã (Maria Elisabeth Trinkhaus).
 
Clarineta baixo ou Clarone: Este instrumento é duas vezes maior que a clarineta normal e se situa uma oitava abaixo. Sua extensão costuma chegar a mib nos instrumentos franceses e ingleses e a ré nos alemães. Os exemplares mais antigos que chegaram até nós datam de 1793 e é provável que sua sua primeira função fosse substituir o fagote em bandas militares. Meyerbeer incluiu-o numa orquestração em 1836 e foi usado a partir do final do xéc. XIX por compositores com Mahler, Wagner, Schoenberg e Stravinsky.
Trompa: A história da trompa começa há milhares de anos, quando o homem aprendeu a usar chifres de animais como instrumento. Quando passou a forjar metais, o instrumento deixou de ser feito de chifre e passou a ser feito de metal. A trompa moderna usa sua mão esquerda para controlar as três válvulas, apoiando o instrumento ao colocar sua mão direita dentro da campânula. Passou a fazer parte da orquestra nos fins do séc XVII. Atualmente, é utilizado também nas bandas de música.
 
   
   
   

Acervo em exposição nesta sala

Manuscrito de Tiradentes (Fac-simile):  Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, além de dentista, como é mais conhecido, foi também um Alferes, um membro do primeiro Regimento Regular de Cavalaria de Minas Gerais. Foi por meio de sua posição como Alferes que se deu sua participação na Inconfidência Mineira no ano de 1789. Os documentos muito antigos não podem ficar em exposição por questões da preservação, já que o papel é um dos suportes mais frágeis de conservação. Assim, normalmente o original fica guardado em reserva técnica, planificado em ambiente estéril, com umidade controlada e com ausência de luz para sua conservação mais longa. e, em exposição, são feitos fac-símiles para que o público possa também apreciar e conhecer o teor do documento.

Teor do manuscrito:  "Ponho da presença de Vossa Magestade que conforme apuração que há neste destacamento se poem em prassa o assento da farinha, milho e azeite para monuciais aos soldados e cavalos de Sua Magestade do Regimento dessa Capitania para a qual uma rassão fiz por um edital no adro da capela deste continente convocando aos rosseiros deste pais para arrematarem a quem pelo menos fizesse. E como o que atualmente servia não quis arrematar mãos por razão de não ter milho e nem o haver por desta ribeira, e algum que há, o estão vendendo nos payos (a doze vezes de ouro), e por ver esta carestia consta que Antônio Pires de Miranda rematasse pelo preço que na obrigação induza que dito passou vai declarado se assim Vossa Magestade o haver por bem. Hoje, Sete Lagoas, 7 de dezembro de 1780. Sudito o mais reverente, Joaquim José da Silva Xavier. Alferes Comandante do Sertão."

   

 

Acervo em exposição nesta sala

Traje Dragões da Inconfidência: representa a primeira guarda paga de Minas Gerais. Criada no século XVIII, deu origem à Polícia Militar de Minas Gerais. Atualmente o uniforme é utilizado por militares do Regimento da Cavalaria Alferes Tiradentes em cerimônias e desfiles.


 

Traje Tiradentes (Fac-símilie): farda utilizada pelo Regimento Regular de Cavalaria de Minas, semelhante à que foi utilizada pelo Alferes Tiradentes.

Florão: o florão é um adorno em formato de flor, empregado em vários contextos, como na arquitetura, na tipografia, na botânica e na heráldica. A heráldica é a ciência e a arte que tem como objeto de estudo a evolução e a descrição dos emblemas, brasões ou escudos, desenvolvida na Europa no século XII. No militarismo, os florões indicam o posto ou a graduação do militar e a corporação a qual ele pertence (se possuir uma estrela, à polícia militar; se possuir machadinhas, se refere aos bombeiros;). Geralmente, observamos o seu uso nos quepes, boinas e chapéus militares. Os florões são parte do acervo do Museu dos Militares Mineiros e contam um pouco sobre a evolução, os preceitos e a história dessas Corporações militares no Estado de Minas Gerais.

 

Medalhas grau ouro, prata e bronze: condecoração é uma forma de recompensar alguém pelos serviços prestados. tanto civis quanto militares podem recebê-la, em cerimônias organizadas especialmente para a entrega dessas premiações. hoje iremos destacar a medalha de mérito militar. Presente tanto na pmmgPMMG quanto no CBMMG, ela foi criada através da lei 200, de 10 de outubro de 1937 (alterada pela lei 11.317, de 7 de dezembro de 1993), como forma de homenagear os militares que contribuem com a corporação, ao decorrer dos 10, 20 ou 30 anos de serviços prestados. dessa forma, são entregues as medalhas de bronze, prata e ouro, respectivamente. A medalha entregue pela PMMG apresenta, atualmente o brasão do estado, centralizado no verso da medalha, e no reverso as expressões – polícia militar – estado de minas gerais – mérito militar – circundadas por 21 estrelas (decreto 35.348 de 14/01/1994). 

 

   
   
   

 

Acervo em exposição nesta sala

Faixa do estandarte nas cores vermelho e branco com os dizeres: Cia P Fem Polícia Militar.

 

Faixa do estandarte nas cores verde e amarelo com os dizeres: Cia P Fem Polícia Militar.

 

 

Cobertura feminina marrom para túnica.

 

   
   
   
   

 

Acervo em exposição nesta sala

Alçapão

Armadilha
Carapaça de tartaruga
Carapaça de tatu
   
   
   

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Aqui você poderá ter uma visão em 360º das salas do Museu dos Militares Mineiros e conferir alguns detalhes dos itens em exposição! Para trocar de ambiente, basta clicar nas setas na parte inferior da tela! Aproveite a visita!