Polícia Militar de Minas Gerais

Diretoria de Operações - DOP

COPOM/DOp


Centro de Operações Policiais Militares (COPOM)

 

A comunicação sempre foi o fator que mais contribuiu para o progresso da humanidade. As transformações que o mundo vem sofrendo em curto espaço de tempo obrigam o homem a criar novos recursos de comunicações capazes de atenderam com rapidez suas necessidades da vida moderna. Neste contexto a Corporação vem se organizando e modernizando sua estrutura de atendimento a sociedade para que possa protegê-la e socorre-la com qualidade e objetividade. O COPOM como parte importante desta estrutura, tem um papel fundamental, pois é o principal elo de ligação da Polícia Militar com a comunidade mineira.

 

HISTÓRICO DO COPOM

 

  • Através do Decreto – Lei nº 1072, de 30/12/69, o policiamento ostensivo passou a ser executado exclusivamente pela Policia Militar de Minas Gerais, sendo percebido então a necessidade de existência de uma Unidade operacional responsável pela coordenação e o controle dos recursos humanos e materiais empregados e, assim, em 1969 passou a funcionar o embrião do COPOM/BH.

  • Em 19 de maio de 1976 o COPOM foi oficialmente criado a partir da Resolução nº 387.

  • A Polícia Militar recebeu, em 1988, o Prédio do Quartel do Comando Geral, localizado na Rua da Bahia 2115, Lourdes, onde, além de seções do Estado-Maior e do Comando de Policiamento da Capital (CPC) passou a funcionar o COPOM, na época considerado o mais moderno da América Latina.

  • Em 1993, foi implantada a terceira versão do COPOM com novas tecnologias em hardware, software e comunicação, passando o telefone de emergência 190 a funcionar com 20 cabines distribuídas em colunas e separadas por divisórias.

  • Em 2001, através da Resolução nº 3580 de 19 de março, foi criado o CICOp (Centro Integrado de Comunicações Operacionais), que acabou por absorver o GEGECOP (Centro Geral de Comunicações Operacionais), CCR (Centro de Comunicações Regionais, da 7º RPM) e o COPOM, de forma a facilitar a harmonização dos esforços e comunicações operacionais.

  • Ainda em 2006, sob a coordenação da Secretaria Estadual de Defesa Social (SEDS), teve-se a finalização operacional do SIDS (Sistema Integrado de Defesa Social), que passou a contar com 50 cabines do telefone de emergência e 08 cabines de recebimento para disque-denúncia, sendo utilizado para a produção de estatísticas o call center, através da interface gráfica. Contou igualmente nesse mesmo período, com a contratação de funcionários civis para atuarem nas funções de tele atendimento e operadores de câmera.

  • Nas instalações físicas do CICOp, que foi substituído pelo Centro Integrado de Atendimento e Despacho (CIAD), ocorre a integração operacional dos principais órgãos de defesa social (PMMG, Policia Civil e Corpo de Bombeiros) que, trabalhando em um mesmo espaço físico, somam forças para conter o avanço da criminalidade na região metropolitana de Belo Horizonte.

  • Em 13 de janeiro de 2010, com o criação da Diretoria de Apoio Operacional pela a Resolução nº 4062, o CICOp foi incorporado à sua estrutura.

  • Hoje são atendidas diariamente, cerca de 17.500 ligações coordenadas e controladas pelo Centro Integrado de Comunicações Operacionais.

 

LIGUE 190 - POLÍCIA MILITAR

 

O telefone 190 é um serviço de emergência da Polícia Militar de Minas Gerais, que você aciona teclando os números "1", "9" e "0" de qualquer aparelho de telefone, fixo ou celular, destinado ao atendimento da população.

 

 

EM QUE SITUAÇÕES DEVO ACIONAR O 190 - POLÍCIA MILITAR

 

  • Quando alguém foi vítima da ação de marginais.
  • Quando alguém está em situação de risco.
  • Para informar ação de marginais que esteja ocorrendo no momento ou em momento imediatamente anterior ao contato telefônico.

 

Para outras denúncias envolvendo ação de marginais, tecle 181.

 

NÃO SE DEVE USAR O TELEFONE DE EMERGÊNCIA 190 DA POLÍCIA MILITAR

 

  • Para pedir informações diversas ao serviço Policial Militar.
  • Para obter informações jurídicas.
  • Para obter referências de endereços e linhas de ônibus.
  • Para solicitar transferência para outros ramais.
  • Para simplesmente "desabafar" com alguém.

 

Portanto seja consciente, só chame 190 caso esteja realmente necessitando da Polícia Militar e seja breve, pois outra pessoa pode estar em risco real e precisando de atendimento o mais rápido possível.

 
 

NÃO PASSE TROTE

 

Infelizmente, o trote ainda tem sido uma constante nos atendimentos de emergência 190 e tem causado vários transtornos, além de colocar em risco a vida das pessoas, portanto orientem seus filhos e amigos a usarem corretamente o 190, algum dia eles poderão precisar de verdade desse serviço de urgência.

 

 

COMO FUNCIONA O ATENDIMENTO AO CIDADÃO

 

Fase 1 - O acionamento

O cidadão, sem uso de fichas ou cartões telefônicos, dirige-se a um aparelho telefônico e disca o número 190 em virtude da existência de um fato que exija a intervenção da polícia.

 

Fase 2 - A tipificação da ocorrência e a coleta de dados básicos

Tão logo a chamada é atendida pelo telefonista do COPOM, o identificador automático de chamadas, instalado em cada aparelho telefônico, também conhecido por bina, fornece o número do aparelho de onde partiu a ligação, permitindo sua localização de acordo com o cadastro da OPERADORA.

Para agilizar a fase seguinte, o telefonista registra no sistema o endereço exato, bem como a natureza do fato, sendo a solicitação, transmitida automaticamente, pelo computador, à cabine do despachante responsável pelo acionamento das viaturas daquela localidade, conforme critérios referentes à responsabilidade territorial (unidades de área), ou natureza da missão (unidades especializadas).

Finalmente, com a solicitação já inserida no sistema, o telefonista termina a coleta das informações pertinentes ao fato, podendo se valer do roteiro de perguntas básicas existentes para cada natureza de acionamento, informações essas que serão de grande importância para o planejamento do atendimento da solicitação, a ser realizado pela viatura policial a ser acionada.

Fase 3 - O acionamento de viaturas

Ao identificar a existência de uma nova solicitação no sistema, o despachante de patrulhas procede uma pesquisa automática da viatura mais próxima do local, cujo referencial inicial é  definido a partir da quadrícula originária da solicitação, identificada pelo telefonista na fase  anterior. O computador realiza a pesquisa mediante comparação da quadrícula do local do fato e das quadrículas dos pontos-base ocupados pelas patrulhas liberadas, conforme programação definida antes do início do turno de serviço, numa consulta denominada "pesquisa de raio".

O despachante transmite a solicitação à patrulha através da frequência de rádio do respectivo Batalhão, passando a acompanhar todos os fatos relacionados com aquele atendimento, até o encerramento. O acompanhamento consiste no registro de dados no terminal de computador, tais como: chegada ao local; deslocamentos para rastreamento, hospitais e delegacias; prisão/apreensão de pessoas; apreensão de objetos; além da síntese do que foi narrado no boletim de ocorrência referente ao fato, dentre outros aspectos.

Fase 4 - Providências policiais

Os militares da patrulha acionada deslocam-se para o local fornecido ao COPOM pelo solicitante, oportunidade em que se encarregam de adotar as providências policiais que o caso requer, de acordo com a forma de atuação estabelecida na mesma diretriz mencionada na fase 2, ficando responsáveis pelo encaminhamento das providências legais cabíveis, bem como pela prestação, ao despachante, das informações que irão alimentar o sistema informatizado, finalizando o ciclo.

Durante as fases do ciclo, a estrutura de coordenação e controle montada no COPOM/DOp opera no sentido de facilitar o atendimento ao cidadão, assim como o trabalho das patrulhas, especialmente pela pronta correção de desvios na condução da ocorrência, realização de contatos com autoridades e órgãos do Sistema de Defesa Social, acionamento de cobertura em caso de necessidade, harmonização de esforços de Batalhões diferentes empenhadas na solução de um mesmo caso, pesquisa de prontuário de pessoas e veículos, dentre outras providências necessárias ao pleno exercício do poder de polícia de que se reveste a atuação da Corporação.

Pesquisa Pós-atendimento

Buscar um feedback do serviço prestado é muito importante para qualquer Empresa. Funciona no COPOM uma pesquisa chamada de PÓS-ATENDIMENTO, cujo objetivo é saber como a população está sendo atendida pela PM. Assim conseguimos corrigir desvios e melhorar nosso atendimento.

Portanto, caso receba algum telefonema da equipe de PÓS-ATENDIMENTO do COPOM, lembre-se que suas informações estarão sendo muito úteis para a melhoria do nosso atendimento, mas não se trata de um pedido de serviços para PM.

Mensalmente são produzidos relatórios feitos através de programa inédito na PMMG que aponta através de dados estatísticos a opinião das pessoas sobre o atendimento de cada Comandante de Guarnição.